Flores da pele, dores das carnes, cores e raízes de uma árvore velha.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
Errantes
Aguardo Noites frias A goles quentes de aguardente Ludibriada pela verdade que me cabe Embriagada pela canção entre os dentes Abri a guarda Quantos de ti cabem em mim? Quantas serei eu? Errantes... E ainda sim bebendo o mar
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